quarta-feira, 12 de novembro de 2008

A busca por riquezas e a fé impusionaram as íbericas à aventuras maritímas

O principal motivo que estimulou os portugueses a se aventurarem nas águas do oceano Atlântico foi o desejo de encontrar um novo caminho para o Extremo Oriente. Esse desejo foi desencadeado pela conquista de Constantinopla pelos turcos atomanos.
Constantinopla estava situada na atual Turquia, no estreito de Bósforo, entre a Europa e a Ásia. Devido à sua posição geográfica privilegiada, ela se tornou um dos principais entrepostos comerciais no mediterrâneo.
Em 1453, os turcos atomanos, sob a liderança do sultão Maomé II, conquistaram Constantinopla e, a parti daí, ampliaram seu domínio pela região oriental do mediterrâneo, passando a cobrar taxas pelo comércio das especiarias vindas do Oriente. Com isso, o fluxo dessas mercadorias caiu drasticamente na Europa, o que também fez aumentar sensivelmente seu custo.
A tomada de Constantinopla pelos turcos assinala o fim da Idade Média e o início da Idade moderna.
Um outro estímulo provinha da carência de metais preciosos na Europa.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Um dos promotores desse empreendimento era o infante dom Henrique, o navegador (1394 - 1460), que unia na região de Sagres, no sul de Portugal, diversos estudiosos das atividades náuticas, como cartógrafos, astrônomos e navegadores. Os estudos desenvolvidos nessa região facilitaram a elaboração de cartas náuticas e deram subsídios às expedições ao longo do litoral ocidental na África.
Assim,os navegadores conseguiram alcançar as ilhas do Cabo Verde, a foz do rio Gâmbia, a ilha da madeira e o arquipélago dos Açores.